natureza No extremo norte de Roraima, entre a Guiana e a Venezuela, fica o Lavrado, uma savana amazônica com mais de 40.000 km², maior que a Suíça. Ao contrário da densa floresta tropical tipicamente associada à Amazônia, essa região é composta por planícies abertas, vegetação baixa, solos pobres e longos períodos de seca.
Durante anos, acreditava-se que fosse uma extensão do Cerrado brasileiro, mas estudos recentes demonstraram que ela está mais intimamente relacionada a outras savanas do norte da Amazônia. Hoje, é reconhecida como um ecossistema único no Brasil, amplamente preservado em territórios indígenas como São Marcos e Raposa Serra do Sol.
Nesse ambiente vivem os cavalos Lavradeiros, uma das poucas raças do mundo que ainda existe em total liberdade na natureza.
Eles descendem de cavalos europeus trazidos pelos portugueses no século XVIII. Com o tempo, alguns foram deixados para vagar livremente pelas planícies, e a seleção natural favoreceu os exemplares mais resistentes ao calor, à falta de água e à vegetação de baixo valor nutricional.
O resultado foi um cavalo pequeno, elegante e extremamente resistente, capaz de percorrer longas distâncias e manter velocidades próximas a 60 km/h por meia hora.
No entanto, essa população está ameaçada de extinção. Outrora, havia milhares de cavalos Lavradeiro vagando livremente; hoje, restam apenas algumas centenas. #lugares #brasil #natureza
Durante anos, acreditava-se que fosse uma extensão do Cerrado brasileiro, mas estudos recentes demonstraram que ela está mais intimamente relacionada a outras savanas do norte da Amazônia. Hoje, é reconhecida como um ecossistema único no Brasil, amplamente preservado em territórios indígenas como São Marcos e Raposa Serra do Sol.
Nesse ambiente vivem os cavalos Lavradeiros, uma das poucas raças do mundo que ainda existe em total liberdade na natureza.
Eles descendem de cavalos europeus trazidos pelos portugueses no século XVIII. Com o tempo, alguns foram deixados para vagar livremente pelas planícies, e a seleção natural favoreceu os exemplares mais resistentes ao calor, à falta de água e à vegetação de baixo valor nutricional.
O resultado foi um cavalo pequeno, elegante e extremamente resistente, capaz de percorrer longas distâncias e manter velocidades próximas a 60 km/h por meia hora.
No entanto, essa população está ameaçada de extinção. Outrora, havia milhares de cavalos Lavradeiro vagando livremente; hoje, restam apenas algumas centenas. #lugares #brasil #natureza
natureza No extremo norte de Roraima, entre a Guiana e a Venezuela, fica o Lavrado, uma savana amazônica com mais de 40.000 km², maior que a Suíça. Ao contrário da densa floresta tropical tipicamente associada à Amazônia, essa região é composta por planícies abertas, vegetação baixa, solos pobres e longos períodos de seca.
Durante anos, acreditava-se que fosse uma extensão do Cerrado brasileiro, mas estudos recentes demonstraram que ela está mais intimamente relacionada a outras savanas do norte da Amazônia. Hoje, é reconhecida como um ecossistema único no Brasil, amplamente preservado em territórios indígenas como São Marcos e Raposa Serra do Sol.
Nesse ambiente vivem os cavalos Lavradeiros, uma das poucas raças do mundo que ainda existe em total liberdade na natureza.
Eles descendem de cavalos europeus trazidos pelos portugueses no século XVIII. Com o tempo, alguns foram deixados para vagar livremente pelas planícies, e a seleção natural favoreceu os exemplares mais resistentes ao calor, à falta de água e à vegetação de baixo valor nutricional.
O resultado foi um cavalo pequeno, elegante e extremamente resistente, capaz de percorrer longas distâncias e manter velocidades próximas a 60 km/h por meia hora.
No entanto, essa população está ameaçada de extinção. Outrora, havia milhares de cavalos Lavradeiro vagando livremente; hoje, restam apenas algumas centenas. #lugares #brasil #natureza